quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Discriminação na Escola

A discriminação na escola é algo que ocorre frequentemente. Normalmente, os colegas recorrem às diferenças dos outros, como por exemplo, uso de roupas diferentes, uso de óculos, uso de aparelho nos dentes, traços físicos (crianças "gordinhas" ou "magrinhas"), cor de pele ou raça diferente, e gozam com eles. Estas crianças chegam a ser humilhadas publicamente por essas razões e acabam por não gostar da escola, visto que se sentem excluídas pelos colegas de turma e, muitas vezes, nem têm amigos. Ao sofrerem discriminação, as crianças ficam com marcas psicológicas para toda a vida e não têm o aproveitamento devido na escola. Algumas delas faltam às aulas para fugirem aos insultos e às frases maldosas e, assim, acabam por reprovar. Estas crianças, geralmente, por vergonha, não contam estes acontecimentos aos pais ou a outro qualquer adulto, o que torna a resolução deste problema mais complicada.

Na minha opinião, os professores, auxiliares e todo o pessoal que faz parte da escola deveria estar atento ao que acontece entre os alunos. Por vezes, os adultos não dão a devida importância a certos pormenores e pensam que é normal estas coisas acontecerem, contudo, por detrás de uma frase que nos possa parecer brincadeira pode estar uma criança a sofrer e a sentir-se sozinha no mundo, sem apoio de ninguém. Algumas vezes, estes casos podem tornar-se graves e acabarem muito mal, como já pode assistir em algumas notícias nos telejornais.

 O que pensam sobre este assunto tão delicado? 





Inês Ribeiros

Como se explica a uma criança que, em vez de ter pai e mãe, tem duas mães ou dois pais?

Hoje em dia, um tema, que antes era pouco abordado e que tem vindo a ser mais aberto a questões e perspetivas por parte das sociedades atuais, é o facto de existirem, para além de casais constituídos por um elemento do sexo feminino e outro do sexo masculino, os casais formados por duas pessoas do mesmo sexo.

Ora, podendo estes casais adotarem crianças e considerá-las como seus filhos:
  • Como é que irá ser o percurso e o convívio com as outras crianças em âmbito escolar e social?
  • Como será a educação transmitida por estes pais?
  • Será que são vistas com outros olhos?
  • Será que são postas de parte?




Ana Carolina Carmo

Bullying na escola

O bullying é um ato caracterizado pela violência física e/ou psicológica, de forma intencional e continuada, de um indivíduo, ou grupo contra outro(s) individuo(s), ou grupo(s).

As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, etc. Os casos de agressão, que acontecem por um período maior devem ser encaminhados para atendimento psicológico. 

bullying pode atrapalhar a aprendizagem dos alunos, uma vez que os agressores são as crianças com maior percentagem de reprovação.

Atualmente, nas escolas, o bullying é considerado um problema bastante grave e que trás sérias consequências tanto para as vítimas como para os agressores. Na minha opinião, as crianças que sofrem de bullying podem, no futuro, tornarem-se adultos com sentimentos negativos, baixa autoestima e tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamentos agressivos. Através do bullying algumas crianças tendem até a desistir da escola.


Que maneiras é que podem existir para travar o bullying na escola?



Ana Catarina

Insucesso Escolar

O insucesso escolar caracteriza-se pela incapacidade de uma criança corresponder aos objetivos da escola em termos escolares.

As escolas começaram a exigir, por razões económicas e de igualdade, encontrassem formas de garantir o sucesso escolar de todos os seus alunos. O que era atribuído até então ao foro individual, tornou-se subitamente um problema de cariz social. A preguiça, a falta de capacidade ou interesse deixaram de ser aceites como explicação para o abandono escolar de crianças e jovens. A culpa do seu insucesso escolar passou a ser assumida como um fracasso de toda a comunidade escolar. O sistema não criava fatores que motivassem e encaminhassem os alunos para o êxito escolar. 

Sendo assim, as escolas deviam não só atualizar o currículo, mas, também pô-lo em prática, sem deixar nenhum aluno para "trás", não digo que os docentes deixem de ensinar a matéria que têm no seu plano, mas dar aulas de apoio para os alunos que têm mais dificuldade, incentivando-os para que os alunos se interessem mais pela escola.

Sei que é bastante complicado acabar com esta situação, mas, espero que um dia a taxa de insucesso escolar diminua. Talvez os docentes tenham que arranjar outros métodos?

O que acham?



Beatriz Lemos

Adoção ou Barriga de Aluguer?

Em caso de impossibilidade de ter filhos biológicos, o que vocês fariam?

Adoção que significa acolher uma criança, necessitada de carinho familiar, residente nos milhares de instituições. A família é livre de escolher: se mais velho ou mais novo; menino ou menina.

Acompanha essa criança e dá-se a conhecer de forma a criar alguma ligação.

Em Portugal é um processo demorado, a criança é autorizada a passar alguns fins-de-semana em casa da família e participar em passeios.

OU

Barriga de aluguer consiste na gestação por substituição. Requer a cooperação de três pessoas: mulher, homem (casal ou não) e mulher "exterior" à relação.

Através de inseminação in vitro ou artificial, o esperma do homem é inserido no óvulo da mulher "exterior". Desta forma, todos os sintomas, os procedimentos, exames médicos ficam a cargo dela. Os pais acompanham constantemente as evoluções e após o nascimento da criança, esta é-lhes entregue e efetua-se o pagamento monetário.

<O número de portugueses a recorrer a barrigas de aluguer tem vindo a aumentar, apesar de a lei portuguesa não permitir este tipo de contratos. Valores chegam aos 90 mil euros>

Pessoalmente, concordo com a adoção e será a medida que tomarei se, futuramente, algo menos bom acontecer.

Sou completamente contra a ideia de barriga de aluguer, porque tratar uma criança como se fosse uma mercadoria para mim é impensável.



Ana Gomes

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

As crianças e animais de estimação!

Qualquer criança adora a companhia do seu querido animal de estimação, muitos estudos revelam que crianças que vivem com animal de estimação têm menos probabilidade a terem infecções de ouvido ou qualquer outra doença respiratória do que aquelas que não tem um animal por perto, por isso, crianças que crescem ao lado de animais de estimação são muitas vezes mais saudáveis e felizes.

A partir da convivência das crianças com animais, a criança aprende a relacionar-se com as outras pessoas, desenvolvendo a sensibilidade, a observação, a compreensão e os sentimentos de solidariedade, generosidade, afeto, carinho e respeito também para com todos os animais.


Os animais também podem produzir outros benefícios para a saúde. As terapias assistidas por animais são capazes de progredir melhoras físicas, sociais, emocionais e cognitivas humanas. Os animais são indicados para pessoas com deficiências sensoriais (cegos e surdos), dificuldades de coordenação motora, atrofias musculares, paralisia cerebral, autistas, portadores de Síndrome de Down, distúrbios comportamentais.


 Ana Vitorina

É importante frequentar o jardim de infância?

Será que é realmente importante a frequência da criança no jardim de infância? Em Portugal a criança pode começar a ingressar na Creche a partir dos 5 meses de idade. Na minha opinião, é demasiado cedo, visto que ainda se apresenta bastante dependente dos pais e principalmente da mãe.

Por outro lado, o jardim de infância é considerado na maioria dos casos o primeiro espaço onde as crianças iniciam o seu processo de socialização e aprendizagem mais alargados.


Na minha opinião, o ingresso no infantário é fundamental, pois é o local onde as mesmas despertam para outras realidades sociais e culturais, onde aprendem a gerir conflitos, realizam descobertas sobre si mesmas e os outros, exploram, escolhem…


Elena Nedyalkova